Mirella
Fui diagnosticada com linfoma de Hodgkin em fase II B há mais ou menos 6 meses atrás. Estou ainda em tratamento, porem com pet ct negativo. Após oito sessões de quimioterapia, me restam 4 sessões para finalizar.
Sei que nem todos tem um final feliz (eu só vou ficar apos alguns anos sem doença), mas esse tempo todo foi de muita reflexão.
Deus não nos coloca nenhum obstáculo maior do que podemos superar, a nossa vida custa mais caro por algum motivo maior, e é justamente por isso que hoje sou uma pessoa melhor e mais grata para com ela.
Foi muito bom receber tanto carinho de amigos e família, que também aprenderam com tudo isso.
Cada vez mais a quimioterapia esta mais especifica, pude desmistificar um pouco este tratamento, já que pude controlar e suportar todos os efeitos colaterais facilmente com a medicação.
Porem, o seu psicológico comanda seu corpo, seu estado de espírito e positividade quanto ao tratamento, é fundamental para cura. Acredite SEMPRE!
Depoimento escrito por Mirella, postado em julho de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Depoimento...Priscila
PRISCILA TATIANE DOS SANTOS
Faz 2 anos que descobri que tenho linfoma de hodgkin. No começo foi muito difícil pra eu aceitar que com apenas 23 anos tinha câncer, mas com e força que minha família e amigos me deram superei isso.
Fiz os 8 ciclos de abvd e 20 sessões de radio, infelizmente 2 meses depois de ter recebido alta tive a noticia que a doença havia voltado, chorei muito, reclamei, questionei a deus, mas hoje vejo que nada é por acaso. Com essa luta me tornei uma pessoa mais forte, sem medo de enfrentar a vida, passei a ter muito mais fé a DEUS, a agradecê-lo a cada dia de vida.
Estou na fila do transplante e em breve vou fazê-lo, de tudo o que eu passei só tenho uma certeza, que deus é fiel e por isso que nunca vou deixar de acreditar na minha cura e na minha recuperação. Sei que não vai ser fácil, mas tudo já deu certo e daqui a alguns meses estarei curada com uma outra visão de vida, mais forte, generosa e dando valor aquilo que realmente importa nessa vida. AS PESSOAS QUE REALMENTE NOS AMA.
Beijos a todos e muita SAÚDE.
Faz 2 anos que descobri que tenho linfoma de hodgkin. No começo foi muito difícil pra eu aceitar que com apenas 23 anos tinha câncer, mas com e força que minha família e amigos me deram superei isso.
Fiz os 8 ciclos de abvd e 20 sessões de radio, infelizmente 2 meses depois de ter recebido alta tive a noticia que a doença havia voltado, chorei muito, reclamei, questionei a deus, mas hoje vejo que nada é por acaso. Com essa luta me tornei uma pessoa mais forte, sem medo de enfrentar a vida, passei a ter muito mais fé a DEUS, a agradecê-lo a cada dia de vida.
Estou na fila do transplante e em breve vou fazê-lo, de tudo o que eu passei só tenho uma certeza, que deus é fiel e por isso que nunca vou deixar de acreditar na minha cura e na minha recuperação. Sei que não vai ser fácil, mas tudo já deu certo e daqui a alguns meses estarei curada com uma outra visão de vida, mais forte, generosa e dando valor aquilo que realmente importa nessa vida. AS PESSOAS QUE REALMENTE NOS AMA.
Beijos a todos e muita SAÚDE.
Superação.
Amigos, em janeiro de 2010 tudo em minha vida mudou. Meu marido então com 42 anos, muito saudável, trabalhando, planejando estudar, nossos filhos (Fran, Thiago e Victor) todos adolescentes, saudáveis e obedientes. Enfim, estávamos com 20 anos de casados, no auge de nossas vidas. Até que no dia 23/01/2010 tudo mudou.
Meu marido (Sérgio) teve uma febre baixa, mas como ele estava com umas feridinhas na boca a mais de vinte dias, o convenci a ir ao hospital. Fizeram exames e para minha surpresa ele foi à mesma hora para a UTI. Estava com as plaquetas baixas, perto de 5.000. Mas três dias depois veio a notícia de Leucemia Linfóide Aguda.
Começou uma nova história. Intermináveis sessões de quimioterapia, internações, longas noites chorando, eu o Sérgio e nossos filhos. Mas não desistimos nunca, ou melhor, ele não desistiu. Ele sempre nos surpreendeu. Quando parecia que ia desistir, que estava fraco, ele orava a deus, se levantava e dizia: “Essa doença não é maior que deus e nem mais forte que eu”. Por isso estou forte na luta. Então hoje, um ano e pouco depois de muitas internações em UTI, muitas idas e vindas, aqui estou para dizer que ele está muito bem, muito bem mesmo!
As quimios hoje são mais fracas, pois ele não suportou muito bem as pesadas. Faz hoje uma de manutenção, a doença está completamente em remissão, ou seja, está sem a doença. A médica Dra. Rosana espera por um doador, mas ela sempre diz que ele é um milagre, pois a doença é muito severa no caso a LLA com Cromossomo Philadelphia Positivo.
Nos, sabemos que o milagre já aconteceu, cremos que deus tem o melhor pra nos hoje, e que amanha o milagre pode se renovar. Então decidimos viver intensamente o hoje, com a certeza que a deus pertence nossas vidas, hoje, amanha e sempre!
Meu marido (Sérgio) teve uma febre baixa, mas como ele estava com umas feridinhas na boca a mais de vinte dias, o convenci a ir ao hospital. Fizeram exames e para minha surpresa ele foi à mesma hora para a UTI. Estava com as plaquetas baixas, perto de 5.000. Mas três dias depois veio a notícia de Leucemia Linfóide Aguda.
Começou uma nova história. Intermináveis sessões de quimioterapia, internações, longas noites chorando, eu o Sérgio e nossos filhos. Mas não desistimos nunca, ou melhor, ele não desistiu. Ele sempre nos surpreendeu. Quando parecia que ia desistir, que estava fraco, ele orava a deus, se levantava e dizia: “Essa doença não é maior que deus e nem mais forte que eu”. Por isso estou forte na luta. Então hoje, um ano e pouco depois de muitas internações em UTI, muitas idas e vindas, aqui estou para dizer que ele está muito bem, muito bem mesmo!
As quimios hoje são mais fracas, pois ele não suportou muito bem as pesadas. Faz hoje uma de manutenção, a doença está completamente em remissão, ou seja, está sem a doença. A médica Dra. Rosana espera por um doador, mas ela sempre diz que ele é um milagre, pois a doença é muito severa no caso a LLA com Cromossomo Philadelphia Positivo.
Nos, sabemos que o milagre já aconteceu, cremos que deus tem o melhor pra nos hoje, e que amanha o milagre pode se renovar. Então decidimos viver intensamente o hoje, com a certeza que a deus pertence nossas vidas, hoje, amanha e sempre!
Você Tem Cancêr.Palavras que mudou por completo minha vida
Tudo começou com um pequeno hematoma no joelho direito. Eu pensei em nada disso. Em seguida, ele piorou e eu comecei a perceber outros hematomas nas minhas pernas e mãos. Então eu fui ao médico e disseram que parece que eu tenho baixa contagem de plaquetas, assim que tomou sangue. Os exames de sangue voltou dois dias depois e me disseram que tinham níveis baixos de plaquetas de 65.000, que continuou a cair para 16.000 ao longo dos próximos dias, assim que admitiu-me para o hospital durante a noite e começou-me em uma transfusão de plaquetas. Na manhã seguinte, eles também descobriram que os meus glóbulos brancos e vermelhos também foi baixa, assim que tomou uma amostra de medula óssea. Os resultados voltaram na manhã seguinte ea biópsia de medula óssea voltou anormal.
(A poucos dias antes da realização da biópsia, lembro-me perguntar ao meu amigo Vinson que é um farmacêutico que os piores cenários poderia ser, porque os meus níveis de plaquetas estavam caindo. Ele disse também na pior das hipóteses poderia ser algum tipo de sangue relacionadas com o cancro como a leucemia . Meu primeiro pensamento foi de que seria um saco. Isso tem que ser um tiro longo como bater o straight flush 40-1 em 3 cartas. Não há nenhuma maneira que o câncer () poderia acontecer comigo. Tenho certeza de que vou demorar algum pílulas, meu plaquetas vai voltar e eu vou estar fora do lugar e voltar para minha vida normal.)
Ele (médico) disse então que nós encontramos algumas células anormais. Para a direita então e lá eu sabia ... "Nós encontramos algumas células leucêmicas", diz ele. Eu não queria realizá-lo em primeiro lugar. O que ele disse? Eu sei que ele não apenas dizer que tinha câncer. A palavra "câncer" ainda não tinha saído de sua boca para que ele não podia ser isso. Como uma criança ingênua que passou a se confirmar, "assim que eu tenho câncer?" "Eu vou morrer?" Eu estava tão assustado que não pode sequer imaginar. Era como se a vida já acabou. Você tem câncer, mas nós estamos esperando é LMA subtipo M3, que é um tipo muito específico de leucemia, com um plano de tratamento diferente e tem uma taxa de cura muito elevada. "Se você tem que ter câncer é o melhor tipo você pode ter", diz ele. Bem, isso é ótimo ", pensei. Era uma espécie de como bater o cartão de 3 40-1, eu acho, exceto que ele era mais parecido com você bater o seu straight flush (Woohoo), somente o negociante vira maior straight flush (aww). Pelo menos u ainda ganhar o bônus. Pelo menos eu tinha LMA M3 tipo, que descobri mais tarde tem uma taxa de cura de 90%.
Para aqueles de vocês que não sabem, os registros do meu irmão e eu corri os 110 obstáculos elevados no colégio e ambos foram invicto no campeonato e definir a escola ... isto é apenas um outro obstáculo na minha vida e eu vou invicto. Até agora eu estou fazendo muito bem. Eu estou contente de dizer que eu tenho alcançado o meu primeiro gol como estou atualmente em remissão. Atualmente, estou passando por tratamentos de trióxido de arsênio e tem mais 2 rodada de quimioterapia depois. Eu não poderia ter feito isso sem o amor eo apoio da minha família e amigos. Eu tenho a sorte de ter pessoas tão grande na minha vida. Muito obrigado aos médicos e enfermeiros que foram cuidar de bem.
Eu sei que essa experiência mudou a minha vida. Tudo acontece por um motivo como o clichê vai. Embora eu não tenha especificamente se que a razão ou exatamente o que isso vale para o meu futuro, eu vejo com mais clareza, as coisas que importam na minha vida e as coisas que eu quero fazer na minha vida. Não é mais uma questão de "Por que eu?" ... Estou aprendendo a ver esta experiência como uma força positiva e começamos a fazer algumas mudanças de estilo de vida. Dizem que as pessoas vão para fazer grandes coisas depois de experiências como esta ... quer dizer vamos lá, eu já aprendi a fazer o cubo rubix e tornaram-se um mestre guitar hero .... A vida é boa ...
Falando de mudanças de estilo de vida, eu queria que todos vocês sabem que eu pego ciclismo (cortesia de Luís Nunes por me viciado nisso), para ajudar o meu corpo em forma, que esperamos manter meu corpo forte para os próximos duas rodadas de quimioterapia chegando. Eutambém se tornou um membro da Leukemia & Lymphoma Society's (LLS) a equipe no treinamento da organização, para ajudar a levantar fundos para ajudar a parar de leucemia, linfoma, mieloma e linfoma de Hodgkin de tomar mais vidas. Leucemia, linfoma e mieloma irá causar a morte de um número estimado de 52.910 pessoas nos Estados Unidos este ano. A cada dez minutos, uma outra criança ou adulto se espera de morrer de leucemia, linfoma ou mieloma. Esta estatística representa cerca de 145 pessoas por dia, ou seis pessoas a cada hora
(A poucos dias antes da realização da biópsia, lembro-me perguntar ao meu amigo Vinson que é um farmacêutico que os piores cenários poderia ser, porque os meus níveis de plaquetas estavam caindo. Ele disse também na pior das hipóteses poderia ser algum tipo de sangue relacionadas com o cancro como a leucemia . Meu primeiro pensamento foi de que seria um saco. Isso tem que ser um tiro longo como bater o straight flush 40-1 em 3 cartas. Não há nenhuma maneira que o câncer () poderia acontecer comigo. Tenho certeza de que vou demorar algum pílulas, meu plaquetas vai voltar e eu vou estar fora do lugar e voltar para minha vida normal.)
Ele (médico) disse então que nós encontramos algumas células anormais. Para a direita então e lá eu sabia ... "Nós encontramos algumas células leucêmicas", diz ele. Eu não queria realizá-lo em primeiro lugar. O que ele disse? Eu sei que ele não apenas dizer que tinha câncer. A palavra "câncer" ainda não tinha saído de sua boca para que ele não podia ser isso. Como uma criança ingênua que passou a se confirmar, "assim que eu tenho câncer?" "Eu vou morrer?" Eu estava tão assustado que não pode sequer imaginar. Era como se a vida já acabou. Você tem câncer, mas nós estamos esperando é LMA subtipo M3, que é um tipo muito específico de leucemia, com um plano de tratamento diferente e tem uma taxa de cura muito elevada. "Se você tem que ter câncer é o melhor tipo você pode ter", diz ele. Bem, isso é ótimo ", pensei. Era uma espécie de como bater o cartão de 3 40-1, eu acho, exceto que ele era mais parecido com você bater o seu straight flush (Woohoo), somente o negociante vira maior straight flush (aww). Pelo menos u ainda ganhar o bônus. Pelo menos eu tinha LMA M3 tipo, que descobri mais tarde tem uma taxa de cura de 90%.
Para aqueles de vocês que não sabem, os registros do meu irmão e eu corri os 110 obstáculos elevados no colégio e ambos foram invicto no campeonato e definir a escola ... isto é apenas um outro obstáculo na minha vida e eu vou invicto. Até agora eu estou fazendo muito bem. Eu estou contente de dizer que eu tenho alcançado o meu primeiro gol como estou atualmente em remissão. Atualmente, estou passando por tratamentos de trióxido de arsênio e tem mais 2 rodada de quimioterapia depois. Eu não poderia ter feito isso sem o amor eo apoio da minha família e amigos. Eu tenho a sorte de ter pessoas tão grande na minha vida. Muito obrigado aos médicos e enfermeiros que foram cuidar de bem.
Eu sei que essa experiência mudou a minha vida. Tudo acontece por um motivo como o clichê vai. Embora eu não tenha especificamente se que a razão ou exatamente o que isso vale para o meu futuro, eu vejo com mais clareza, as coisas que importam na minha vida e as coisas que eu quero fazer na minha vida. Não é mais uma questão de "Por que eu?" ... Estou aprendendo a ver esta experiência como uma força positiva e começamos a fazer algumas mudanças de estilo de vida. Dizem que as pessoas vão para fazer grandes coisas depois de experiências como esta ... quer dizer vamos lá, eu já aprendi a fazer o cubo rubix e tornaram-se um mestre guitar hero .... A vida é boa ...
Falando de mudanças de estilo de vida, eu queria que todos vocês sabem que eu pego ciclismo (cortesia de Luís Nunes por me viciado nisso), para ajudar o meu corpo em forma, que esperamos manter meu corpo forte para os próximos duas rodadas de quimioterapia chegando. Eutambém se tornou um membro da Leukemia & Lymphoma Society's (LLS) a equipe no treinamento da organização, para ajudar a levantar fundos para ajudar a parar de leucemia, linfoma, mieloma e linfoma de Hodgkin de tomar mais vidas. Leucemia, linfoma e mieloma irá causar a morte de um número estimado de 52.910 pessoas nos Estados Unidos este ano. A cada dez minutos, uma outra criança ou adulto se espera de morrer de leucemia, linfoma ou mieloma. Esta estatística representa cerca de 145 pessoas por dia, ou seis pessoas a cada hora
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Pai Descobre Leucemia Do Filho Atraves do Corte de Cabelo
Menino britânico de 3 anos apresentava nódulos na cabeça e nenhum outro sintoma.
A família de um menino britânico de 3 anos descobriu que ele sofria de leucemia graças a um corte de cabelo "moicano", inspirado no do jogador de futebol inglês David Beckham.
Quando decidiram mudar o cabelo do filho Maddox, em outubro do ano passado, os pais Ben e Barbie Tallowin perceberam que ele tinha dois caroços na parte de trás da cabeça, acima da nuca.
Marcaram uma consulta com o médico no mesmo dia e, após exames de sangue, o menino foi diagnosticado com o câncer.
O garoto Maddox e seu corte 'moicano'. (Foto: Arquivo pessoal/BBC)"Foi mais por sorte do que por qualquer outra coisa que descobrimos a doença", disse o pai.
"Os médicos disseram que normalmente as pessoas só percebem o problema quando a criança já está apresentando os sintomas, o que não era o caso de Maddox."
O garoto foi imediatamente submetido a um tratamento de quimioterapia em um hospital da cidade de Cambridge.
Ele agora está em remissão, como é conhecida a fase de ausência de sintomas, mas deve precisar de novas sessões de quimioterapia e de tratamento com esteroides por mais três anos.
A família de um menino britânico de 3 anos descobriu que ele sofria de leucemia graças a um corte de cabelo "moicano", inspirado no do jogador de futebol inglês David Beckham.
Quando decidiram mudar o cabelo do filho Maddox, em outubro do ano passado, os pais Ben e Barbie Tallowin perceberam que ele tinha dois caroços na parte de trás da cabeça, acima da nuca.
Marcaram uma consulta com o médico no mesmo dia e, após exames de sangue, o menino foi diagnosticado com o câncer.
O garoto Maddox e seu corte 'moicano'. (Foto: Arquivo pessoal/BBC)"Foi mais por sorte do que por qualquer outra coisa que descobrimos a doença", disse o pai.
"Os médicos disseram que normalmente as pessoas só percebem o problema quando a criança já está apresentando os sintomas, o que não era o caso de Maddox."
O garoto foi imediatamente submetido a um tratamento de quimioterapia em um hospital da cidade de Cambridge.
Ele agora está em remissão, como é conhecida a fase de ausência de sintomas, mas deve precisar de novas sessões de quimioterapia e de tratamento com esteroides por mais três anos.
Detecção precoce
Cura é uma alternativa que, quando se fala de oncologia, depende sempre do estágio em que se encontra a doença. O momento do diagnóstico faz toda a diferença. A maior parte dos casos de câncer, quando diagnosticada precocemente, tem cura e, sem dúvida, tem asseguradas melhores condições de sobrevida, quer em termos qualitativos, quer em termos quantitativos, nas poucas situações em que isso não acontece. Ou seja, pode-se viver mais e melhor, a despeito do câncer, quando ele é detectado em tempo.
O grande complicador, entretanto, é o fato de que o câncer, geralmente, é uma doença de progressão lenta, cujos sintomas só se manifestam em momentos mais avançados, quando há maiores probabilidades de que outros órgãos já tenham sido afetados pelas metástases
Cura é uma alternativa que, quando se fala de oncologia, depende sempre do estágio em que se encontra a doença. O momento do diagnóstico faz toda a diferença. A maior parte dos casos de câncer, quando diagnosticada precocemente, tem cura e, sem dúvida, tem asseguradas melhores condições de sobrevida, quer em termos qualitativos, quer em termos quantitativos, nas poucas situações em que isso não acontece. Ou seja, pode-se viver mais e melhor, a despeito do câncer, quando ele é detectado em tempo.
O grande complicador, entretanto, é o fato de que o câncer, geralmente, é uma doença de progressão lenta, cujos sintomas só se manifestam em momentos mais avançados, quando há maiores probabilidades de que outros órgãos já tenham sido afetados pelas metástases
Psico-Oncologia
Psico-Oncologia: um novo olhar para o câncer.
História do câncer e novas indagações
Câncer é denominação genérica para modificações em estruturas celulares que resultam, de modo geral, em formações tumorais. A especificidade dessas formações é sua capacidade de migrarem, por via sangüínea ou linfática, para outros órgãos do corpo e aí se estabelecerem, gerando novos grupamentos celulares. Trata-se das metástases que, na maior parte dos casos, são as verdadeiras causas da morte do paciente. Não existe câncer benigno, porém existem diferentes graus de malignidade e agressividade dos tumores. O órgão primário ou inicial em que se verifica a transformação, o tamanho e natureza do tumor e o grau de invasão deste para outros órgãos constituem-se em critérios sobre a gravidade e prognóstico da cada caso. É a partir desses critérios que se definem condutas e tratamentos que, a cada dia, nos mostram que câncer e morte não são sinônimos.
Mas houve um tempo em que o câncer era inevitavelmente fatal. Essa realidade fez com que se desenvolvessem, no imaginário das pessoas, medos intensos em relação a essa doença. Até há pouco tempo, não era difícil encontrar pessoas que sequer pronunciassem a palavra câncer, o que pode ocorrer ainda hoje àqueles que não têm acesso adequado à informação.
É comum estarem presentes: o medo da morte, imaginada como inevitável; o medo do sofrimento dos tratamentos; o medo do desfiguramento, quando a doença evolui; o medo da dor, muitas vezes pensada como sem possibilidade de controle.
O medo em relação ao câncer tem conseqüências importantes. Entre elas, o afastamento da possibilidade de diagnóstico precoce. Hoje sabemos que diagnóstico precoce e adequada intervenção imediata são elementos decisivos, que chegam a definir o prognóstico da doença. Em muitos casos, representam o diferencial para a cura.
O medo também pode ser responsável pela existência de grande sofrimento psíquico. Vale lembrar que o sofrimento, geralmente, não se restringe ao paciente apenas, mas, em muitos casos, estende-se a familiares, amigos, colegas e mesmo à própria equipe de saúde, responsável pelo tratamento.
Sofrimento emocional muitas vezes leva a pior evolução da doença, porque pode prejudicar a adesão aos tratamentos. Por outro lado, situações prolongadas de estresse freqüentemente resultam em funcionamento inadequado do sistema imunológico, o aparato natural de defesa de nosso organismo. Nesse caso, este passa a ser menos eficaz em sua ação de reconhecimento e eliminação de elementos estranhos ao organismo, por exemplo, células malignas em formação.
Uma das formas de maior adesão a programas de prevenção, diagnóstico e tratamentos, quando indicados, é a informação. Quanto mais dados as pessoas tiverem a respeito do câncer, maior a quantidade de medidas de proteção que poderão tomar, atentas à possibilidade de diagnóstico e à adoção de uma atitude mais ativa e participativa em seus tratamentos.
Dos cânceres infantis, a leucemia é o tipo mais freqüente, dentre essas a Leucemia Linfóide Aguda (LLA) é de maior ocorrência em crianças na maioria das populacões. Entre os Linfomas, o mais incidente na infância é o Linfoma não Hodgkin. Os tumores de sistema nervoso, que predominam no sexo masculino, ocorrem principalmente em crianças menores de 15 anos, com um pico na idade de 10 anos, e representam cerca de 20% dos tumores infantis. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer – INCA – previam, para o Brasil, cerca de 9540 casos novos de leucemias no ano de 2008.
Lamentavelmente, em nosso país, apesar dos esforços feitos no sentido de se obter diagnóstico precoce, muitas pessoas ainda chegam aos serviços médicos com doença em estado avançado, o que compromete prognósticos melhores.
No entanto, se é verdade que constatamos atualmente a presença significativa do câncer e o aumento na incidência de algumas de suas formas, lembramos também que muito se tem feito em relação ao maior conhecimento da doença, o que desvenda novas formas de prevenir, diagnosticar e tratar.
No século XX, após a II Guerra Mundial, começaram a ser desenvolvidos medicamentos para o tratamento do câncer. Curiosamente, o primeiro medicamento eficaz foi o Gás Mostarda, usado como arma química naquele conflito. Em 1950, relata-se o primeiro caso de cura de câncer através do uso de um medicamento. Inicia-se assim a era da quimioterapia.
Muitos avanços têm sido obtidos: observa-se aumento do tempo de sobrevida de pacientes com câncer e essa perspectiva, dados os novos meios de controle da doença, coloca diferentes questões e demandas específicas.
Não podemos deixar de mencionar que um dos fatores que tem contribuído para a mudança no cenário do câncer é o aumento da eficácia dos recursos diagnósticos. Técnicas sofisticadas e o estabelecimento de rastreamento populacional no caso de alguns tipos de têm aumentado a possibilidade de diagnóstico e, sobretudo, de diagnóstico precoce.
Aspectos Psicológicos
Para os pacientes oncológicos e seus familiares, o longo percurso se inicia na necessidade de prevenção, passa por diagnóstico, tratamentos, reabilitação, e os conduz até a terminalidade, podendo levá-los à morte ou cura, reinserção social e luto. Muitos aspectos psicológicos são mobilizados ao longo do trajeto fazendo com que, freqüentemente, se torne necessária intervenção psicossocial adequada.
Evidenciou-se também que a adesão aos tratamentos está associada a fatores psicológicos e sociais. Daí surgiu a necessidade de desenvolvimento de nova tecnologia na área da saúde, bem como reforço a estratégias de enfrentamento do paciente e familiares, que assegurem a participação ativa do doente no processo de tratamento.
A partir das observações e do conhecimento adquirido, simultaneamente, em diversas partes do mundo, centros de oncologia passaram valorizar sua importância na incidência da doença e evolução dos tratamentos, propondo-se a estudá-los e a compreendê-los.
Propõem-se respostas
É à Psico-Oncologia, área de intersecção entre a Psicologia e a Oncologia, que cabem o estudo das variáveis psicológicas e comportamentais envolvidas no processo de adoecimento e cura e as intervenções ao longo de todo ele.
A formalização da Psico-Oncologia nasceu nos Estados Unidos, em um grande centro médico especializado em câncer, o Memorial Sloan Kettering Hospital, de New York. Originou-se da constatação de que fatores psicológicos e comportamentais estavam envolvidos na etiologia do câncer e no seu desenvolvimento. Não queremos aqui afirmar que aspectos psicológicos como depressão, por exemplo, são diretamente os causadores da doença, dada a multifatoriedade hoje identificada na etiologia do câncer. Mas determinados comportamentos, resultantes de algumas condições psicológicas, como o tabagismo ou consumo excessivo de álcool, podem ser elementos que contribuem para o surgimento de um câncer
História do câncer e novas indagações
Câncer é denominação genérica para modificações em estruturas celulares que resultam, de modo geral, em formações tumorais. A especificidade dessas formações é sua capacidade de migrarem, por via sangüínea ou linfática, para outros órgãos do corpo e aí se estabelecerem, gerando novos grupamentos celulares. Trata-se das metástases que, na maior parte dos casos, são as verdadeiras causas da morte do paciente. Não existe câncer benigno, porém existem diferentes graus de malignidade e agressividade dos tumores. O órgão primário ou inicial em que se verifica a transformação, o tamanho e natureza do tumor e o grau de invasão deste para outros órgãos constituem-se em critérios sobre a gravidade e prognóstico da cada caso. É a partir desses critérios que se definem condutas e tratamentos que, a cada dia, nos mostram que câncer e morte não são sinônimos.
Mas houve um tempo em que o câncer era inevitavelmente fatal. Essa realidade fez com que se desenvolvessem, no imaginário das pessoas, medos intensos em relação a essa doença. Até há pouco tempo, não era difícil encontrar pessoas que sequer pronunciassem a palavra câncer, o que pode ocorrer ainda hoje àqueles que não têm acesso adequado à informação.
É comum estarem presentes: o medo da morte, imaginada como inevitável; o medo do sofrimento dos tratamentos; o medo do desfiguramento, quando a doença evolui; o medo da dor, muitas vezes pensada como sem possibilidade de controle.
O medo em relação ao câncer tem conseqüências importantes. Entre elas, o afastamento da possibilidade de diagnóstico precoce. Hoje sabemos que diagnóstico precoce e adequada intervenção imediata são elementos decisivos, que chegam a definir o prognóstico da doença. Em muitos casos, representam o diferencial para a cura.
O medo também pode ser responsável pela existência de grande sofrimento psíquico. Vale lembrar que o sofrimento, geralmente, não se restringe ao paciente apenas, mas, em muitos casos, estende-se a familiares, amigos, colegas e mesmo à própria equipe de saúde, responsável pelo tratamento.
Sofrimento emocional muitas vezes leva a pior evolução da doença, porque pode prejudicar a adesão aos tratamentos. Por outro lado, situações prolongadas de estresse freqüentemente resultam em funcionamento inadequado do sistema imunológico, o aparato natural de defesa de nosso organismo. Nesse caso, este passa a ser menos eficaz em sua ação de reconhecimento e eliminação de elementos estranhos ao organismo, por exemplo, células malignas em formação.
Uma das formas de maior adesão a programas de prevenção, diagnóstico e tratamentos, quando indicados, é a informação. Quanto mais dados as pessoas tiverem a respeito do câncer, maior a quantidade de medidas de proteção que poderão tomar, atentas à possibilidade de diagnóstico e à adoção de uma atitude mais ativa e participativa em seus tratamentos.
Dos cânceres infantis, a leucemia é o tipo mais freqüente, dentre essas a Leucemia Linfóide Aguda (LLA) é de maior ocorrência em crianças na maioria das populacões. Entre os Linfomas, o mais incidente na infância é o Linfoma não Hodgkin. Os tumores de sistema nervoso, que predominam no sexo masculino, ocorrem principalmente em crianças menores de 15 anos, com um pico na idade de 10 anos, e representam cerca de 20% dos tumores infantis. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer – INCA – previam, para o Brasil, cerca de 9540 casos novos de leucemias no ano de 2008.
Lamentavelmente, em nosso país, apesar dos esforços feitos no sentido de se obter diagnóstico precoce, muitas pessoas ainda chegam aos serviços médicos com doença em estado avançado, o que compromete prognósticos melhores.
No entanto, se é verdade que constatamos atualmente a presença significativa do câncer e o aumento na incidência de algumas de suas formas, lembramos também que muito se tem feito em relação ao maior conhecimento da doença, o que desvenda novas formas de prevenir, diagnosticar e tratar.
No século XX, após a II Guerra Mundial, começaram a ser desenvolvidos medicamentos para o tratamento do câncer. Curiosamente, o primeiro medicamento eficaz foi o Gás Mostarda, usado como arma química naquele conflito. Em 1950, relata-se o primeiro caso de cura de câncer através do uso de um medicamento. Inicia-se assim a era da quimioterapia.
Muitos avanços têm sido obtidos: observa-se aumento do tempo de sobrevida de pacientes com câncer e essa perspectiva, dados os novos meios de controle da doença, coloca diferentes questões e demandas específicas.
Não podemos deixar de mencionar que um dos fatores que tem contribuído para a mudança no cenário do câncer é o aumento da eficácia dos recursos diagnósticos. Técnicas sofisticadas e o estabelecimento de rastreamento populacional no caso de alguns tipos de têm aumentado a possibilidade de diagnóstico e, sobretudo, de diagnóstico precoce.
Aspectos Psicológicos
Para os pacientes oncológicos e seus familiares, o longo percurso se inicia na necessidade de prevenção, passa por diagnóstico, tratamentos, reabilitação, e os conduz até a terminalidade, podendo levá-los à morte ou cura, reinserção social e luto. Muitos aspectos psicológicos são mobilizados ao longo do trajeto fazendo com que, freqüentemente, se torne necessária intervenção psicossocial adequada.
Evidenciou-se também que a adesão aos tratamentos está associada a fatores psicológicos e sociais. Daí surgiu a necessidade de desenvolvimento de nova tecnologia na área da saúde, bem como reforço a estratégias de enfrentamento do paciente e familiares, que assegurem a participação ativa do doente no processo de tratamento.
A partir das observações e do conhecimento adquirido, simultaneamente, em diversas partes do mundo, centros de oncologia passaram valorizar sua importância na incidência da doença e evolução dos tratamentos, propondo-se a estudá-los e a compreendê-los.
Propõem-se respostas
É à Psico-Oncologia, área de intersecção entre a Psicologia e a Oncologia, que cabem o estudo das variáveis psicológicas e comportamentais envolvidas no processo de adoecimento e cura e as intervenções ao longo de todo ele.
A formalização da Psico-Oncologia nasceu nos Estados Unidos, em um grande centro médico especializado em câncer, o Memorial Sloan Kettering Hospital, de New York. Originou-se da constatação de que fatores psicológicos e comportamentais estavam envolvidos na etiologia do câncer e no seu desenvolvimento. Não queremos aqui afirmar que aspectos psicológicos como depressão, por exemplo, são diretamente os causadores da doença, dada a multifatoriedade hoje identificada na etiologia do câncer. Mas determinados comportamentos, resultantes de algumas condições psicológicas, como o tabagismo ou consumo excessivo de álcool, podem ser elementos que contribuem para o surgimento de um câncer
Leucemia/Linfoma de células T do Adulto
*Leucemia/linfoma de células T do adulto (ou L/LAT) é um raro tipo de câncer das células T do sistema imune. Acredita-se que a causa desta doença é a infecção pelo vírus HTLV-1 (vírus linfotrópico de células T humanas do tipo I).
A leucemia ATLL é normalmente um linfoma não-Hodgkin muito agressivo com nenhuma aparente característica histológica a não ser pelo padrão difuso e um fenótipo célula T madura.
Os linfócitos leucêmicos circulantes têm núcleo irregular.
linfoma angioimunoblático.
Na mais recente classificação da OMS,o linfoma angioimunoblático está no grupo dos linfomas de célula T, mais especificamente como um subtipo de linfoma T periférico.
Até algum tempo atrás, esta doença era conhecida como um processo reativo. Só recentemente foi visto que os linfócitos T têm características que permitem classificá-la como um linfoma não-Hodgkin.
Estes são os achados que devem chamar a atenção para esta doença:
Na biópsia do gênglio, existem células endotelias vasculares elevadas. As células do linfoma muitas vezes são difíceis de serem reconhecidas em meio a um infiltrado de células reativas. As células que mais chamam a atenção por serem maiores são os imunoblastos.
Muito cuidado deve ser tomado para não confundir um linfoma angioimunoblástico com um linfoma imunoblástico. Este último é um linfoma de grandes células B que tem o tratamento diferente.
Outra curiosidade é que os imunoblastos expressão um vírus no seu interior, o vírus EBV. Ressalto,mais uma vez, que os imunoblastos são reativos.A doença está nos pequenos linfócitos T que circundam estas células.
Os pacientes com linfoma angioimunoblástico costumam ser idosos e apresentar queixas mais gerais, tais como, febre, fadiga e emagrecimento. Este quadro pode simular uma infecção. Caracteristicamente, o baço e o fígado aumentam de tamanho a vários gânglios também estão aumentados, embora nenhum deles costume ser muito grande.
Devido a sua raridade, os pacientes com linfoma angioimunoblástico costumam ser tratados como pacientes com linfoma T periférico, ou seja, com quimioterapia na maioria dos casos.
Caso haja uma ótima resposta à quimioterapia, o transplante autólogo de medula pode ser uma opção.
Corticosteróides costumam aliviar os sintomas desta doença e existe uma crescente experiência com o uso da ciclosporina.
( Professor Rony Schaffel)
***Subtipos de linfomas não-Hodgkin
Tipos de linfoma:
1. Linfoma de baixo grau de células T ou células B.
2. Linfoma de grau intermediário de células T ou células B: linfoma do manto de células B, linfoma angiocêntrico de células T
3. Linfoma de grau intermediário de células T ou células B: linfoma de grandes células B, linfoma intestinal de células T.
4. Linfoma de alto grau de células T ou células B: linfoma de células B de Burkitt, linfoma agudo de células T do adulto.
Descreveremos os tipos de linfoma de acordo com o tipo celular (B, T ou NK), bem como a sua agressividade.
Linfomas de células B:
Os linfomas da célula B perfazem cerca de 90% de todos os casos de linfoma. Os subtipos mais comuns do linfoma da célula B, são:
Linfoma grande difuso da célula B: É a forma mais comum de linfoma (cerca de 30% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin). Ocorre fora dos linfonodos (regiões extranodais) em cerca de 40% dos casos, sendo considerado uma forma agressiva da doença. Pacientes com esse tipo de linfoma freqüentemente apresentam perda de peso, sudorese noturna e febre. Esse tipo de linfoma é freqüentemente curável através de quimioterapia combinada e radioterapia. Alguns pacientes podem também receber a quimioterapia no sistema nervoso central como forma de impedir a propagação do linfoma para aquela região.
Linfoma folicular: perfaz cerca de 20% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin. Geralmente começa nos linfonodos sendo normalmente indolente. Os pacientes portadores de linfoma folicular podem ser tratados com uma combinação de quimioterapia em baixas doses, ou serem acompanhados de perto por um especialista. Transplante de células tronco hematopoéticas, Interferon e tratamento com anticorpo monoclonal, como o anticorpo anti-CD20 (Rituximab) podem também ser opções de tratamento.
Linfoma da zona marginal esplênico: (com ou sem os linfócitos vilosos): uma forma de linfoma que começa primariamente no baço. É uma forma incomum do linfoma de células B. Geralmente sua ação é lenta e normalmente não requer tratamento. Em alguns casos, a remoção cirúrgica do baço é recomendada.
Linfoma de zona marginal extranodal do tipo MALT: geralmente ocorre no estômago, mas também pode ocorrer no pulmão, na tireóide, nas glândulas salivares ou nos olhos. Pacientes que apresentam esse tipo de linfoma freqüentemente têm um histórico de inflamação crônica no local acometido, como gastrite e tireoidite. A radioterapia, a cirurgia, a quimioterapia ou uma combinação desses, são os tratamentos mais comuns.
Linfoma Linfoplasmocítico: Também de ocorrência rara, significando 1% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin, é uma forma de linfoma indolente. Esse subtipo de linfoma envolve freqüentemente a medula óssea, os linfonodos e o baço.
As formas de tratamento são similares as da leucemia linfocítica crônica, e podem incluir uma combinação de quimioterapia, Interferon ou anticorpos monoclonais. A quimioterapia associada ao transplante de células tronco hematopoéticas também pode ser uma opção de tratamento.
Linfoma do Manto: Uma forma agressiva de linfoma não-Hodgkin, que ocorre em 7% dos casos, apesar de ainda estar na classificação da OMS como linfoma indolente. É mais comum ocorrer sem nenhum sintoma, em pacientes com mais de 60 anos. Envolve a medula óssea, linfonodos, baço, e sistema gastrointestinal, sendo identificado pelo aparecimento de uma proteína chamada ciclina D1 na massa tumoral ou nos linfócitos B circulantes malignos. Pessoas com Linfoma do Manto exibem também uma translocação específica nos cromossomos 11 e 14, que significa que partes desses dois cromossomos trocaram de lugares. O tratamento do linfoma do Manto utilizam altas doses de quimioterapia, seguidas pelo transplante de células tronco hematopoéticas, assim como Interferon ou anticorpos monoclonais.
Linfoma de grandes células mediastinal: Trata-se de uma forma agressiva de linfoma, que pode provocar complicações respiratórias, ou a síndrome da veia cava superior. Sua ocorrência é mais comum em mulheres com idades entre 30 e 40 anos, e representa aproximadamente 2,5% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin. É tratado com doses elevadas de quimioterapia e pode também responder bem ao transplante de células tronco hematopoéticas.
Linfoma primário de efusão: A ocorrência dessa forma extremamente agressiva de linfoma é mais freqüente em pessoas HIV-positivas. Surge no pulmão, no coração ou nas cavidades abdominais e normalmente não apresenta uma massa tumoral identificável. É tratado como o linfoma difuso de grandes células.
Linfoma de Burkitt ou Leucemia Linfóide Aguda L3: Uma forma muita rara e agressiva de linfoma. Há três subtipos de linfoma de Burkitt: endêmico, esporádico e imunodeficiente-relacionado.
A forma endêmica ocorre de forma mais freqüente na África, com envolvimento dos ossos maxilares e lifonodos de crianças sendo associado ao vírus Epstein-Barr.
O linfoma de Burkitt esporádico é mais comum em países como os EUA e Brasil podendo ser identificado uma inatividade de um gene denominado c-myc. É comum em crianças e tem altas chances de cura com quimioterapia intensiva. Quando há envolvimento de mais de 25% da medula óssea é denominado leucemia linfóide aguda L3 e o uso de quimioterapia intensiva combinado ao transplante de células-tronco hematopoéticas aumentam as chances de cura do paciente.
O linfoma de Burkitt denominado imudeficiente relacionado pode ocorrer em crianças portadoras de imunodeficiências congênitas ou pacientes portadores de HIV.
Nas três formas, é um tipo agressivo de linfoma, onde requer altas doses de quimioterapia, mas com altas chances de cura.
Linfomas de células T:
Linfomas de células-T representam cerca de 10% de todos os casos de linfoma. Os subtipos mais comuns de linfomas de células-T e linfomas de células natural killer (NK-), são:
Linfoma linfoblástico de células T precursoras: Representa aproximadamente 15% de todos os linfoma linfocíticos agudos infantis, e 25% dos casos em adultos.
Sua ocorrência é mais comum em adolescentes e adultos jovens, e é mais comum em homens. É chamado de leucemia se existir mais de 25% de blastos na medula óssea, e de linfoma se existir menos de 25% de blastos na medula óssea. O linfoma linfoblástico normalmente tem início como uma grande massa mediastinal (nos linfonodos situados no interior do tórax) que se estende rapidamente para a medula óssea. Essa é considerada uma forma muito agressiva de linfoma. É tratado através de quimioterapia intensiva com altas chances de cura, mas em alguns casos pode incluir transplante de células tronco hematopoéticas.
Leucemia/Linfoma de células T relacionado ao HTLV-1: Esse tipo de linfoma é causado por um vírus chamado the human T-cell lymphotropic virus type I. É uma doença agressiva que normalmente envolve o osso e a pele; geralmente células da leucemia são encontradas na medula óssea. Esse tipo de linfoma tem pode responder à quimioterapia, embora associada a zidovudine (AZT) e Interferon, sendo que cerca de 2/3 dos pacientes atingem remissão.
Linfoma nasal T: É um tipo agressivo de linfoma, raro nos EUA e Europa, mas muito comum na Ásia e comunidades hispânicas. Pode ocorrer em crianças e adultos, e normalmente envolve o sistema nasal, mas pode também envolver a traquéia, o sistema gastrointestinal ou a pele. Geralmente pode apresentar resposta a quimioterapia intensiva e radioterapia.
Linfoma intestinal T: É um tipo agressivo de linfoma das células-T, que envolve os intestinos de pessoas com doença celíaca (que têm intolerância ao glúten), e de ocorrência rara nos EUA e Europa. Se deixado sem tratamento, pode comprometer severamente os intestinos. Esse tipo de linfoma pode ser prevenido se as pessoas celíacas adotarem uma dieta livre de glúten, mas se houver a instalação da doença, esta pode ser tratada com altas doses de quimioterapia.
Linfoma hepatoesplênico T: É um tipo agressivo do linfoma das células-T periféricas, que envolve o fígado e o baço. Ocorre mais freqüentemente em adolescentes masculinos e em homens mais jovens. É tratado como um linfoma difuso de grandes células
Linfoma cutâneo anaplásico: Essa é uma forma agressiva do linfoma que envolve somente a pele. Normalmente é tratada com sucesso com quimioterapia.
Linfoma da célula-T periférica: Esse é um tipo agressivo de linfoma, normalmente descoberto em um estágio já avançado. É mais comum em pessoas com mais de 60 anos, e representa cerca de 6% de todos os casos de linfoma registrados dos EUA e Europa. Envolve as células grandes difusas ou uma mistura de células difusas que exibem determinados tipos de proteínas: CD4 ou CD8 na imunohistoquímica. É tratado como linfoma das células-B grandes difusas, através de quimioterapia. O transplante de células tronco pode ser considerado em alguns casos.
Linfoma de células T angioimunoblástico: Esse é um tipo moderadamente agressivo de linfoma, marcado por sintomas como: linfonodos inchados, febre, perda do peso, rachaduras na pele e níveis elevados de anticorpos no sangue chamados gamaglobulinas. A ocorrência de infecções é muito comum em pacientes com depressão no sistema imunológico. Esse linfoma é identificado por alterações genéticas nas células T receptoras.
Linfoma anaplásico T sistêmico: Esse tipo de linfoma representa cerca de 2% de todos os linfomas e 10% de todos os linfomas que ocorrem na infância, mas é registrado tanto em adultos quanto em crianças. É uma forma agressiva de linfoma, com altas chances de cura com quimioterapia intensiva
A leucemia ATLL é normalmente um linfoma não-Hodgkin muito agressivo com nenhuma aparente característica histológica a não ser pelo padrão difuso e um fenótipo célula T madura.
Os linfócitos leucêmicos circulantes têm núcleo irregular.
linfoma angioimunoblático.
Na mais recente classificação da OMS,o linfoma angioimunoblático está no grupo dos linfomas de célula T, mais especificamente como um subtipo de linfoma T periférico.
Até algum tempo atrás, esta doença era conhecida como um processo reativo. Só recentemente foi visto que os linfócitos T têm características que permitem classificá-la como um linfoma não-Hodgkin.
Estes são os achados que devem chamar a atenção para esta doença:
Na biópsia do gênglio, existem células endotelias vasculares elevadas. As células do linfoma muitas vezes são difíceis de serem reconhecidas em meio a um infiltrado de células reativas. As células que mais chamam a atenção por serem maiores são os imunoblastos.
Muito cuidado deve ser tomado para não confundir um linfoma angioimunoblástico com um linfoma imunoblástico. Este último é um linfoma de grandes células B que tem o tratamento diferente.
Outra curiosidade é que os imunoblastos expressão um vírus no seu interior, o vírus EBV. Ressalto,mais uma vez, que os imunoblastos são reativos.A doença está nos pequenos linfócitos T que circundam estas células.
Os pacientes com linfoma angioimunoblástico costumam ser idosos e apresentar queixas mais gerais, tais como, febre, fadiga e emagrecimento. Este quadro pode simular uma infecção. Caracteristicamente, o baço e o fígado aumentam de tamanho a vários gânglios também estão aumentados, embora nenhum deles costume ser muito grande.
Devido a sua raridade, os pacientes com linfoma angioimunoblástico costumam ser tratados como pacientes com linfoma T periférico, ou seja, com quimioterapia na maioria dos casos.
Caso haja uma ótima resposta à quimioterapia, o transplante autólogo de medula pode ser uma opção.
Corticosteróides costumam aliviar os sintomas desta doença e existe uma crescente experiência com o uso da ciclosporina.
( Professor Rony Schaffel)
***Subtipos de linfomas não-Hodgkin
Tipos de linfoma:
1. Linfoma de baixo grau de células T ou células B.
2. Linfoma de grau intermediário de células T ou células B: linfoma do manto de células B, linfoma angiocêntrico de células T
3. Linfoma de grau intermediário de células T ou células B: linfoma de grandes células B, linfoma intestinal de células T.
4. Linfoma de alto grau de células T ou células B: linfoma de células B de Burkitt, linfoma agudo de células T do adulto.
Descreveremos os tipos de linfoma de acordo com o tipo celular (B, T ou NK), bem como a sua agressividade.
Linfomas de células B:
Os linfomas da célula B perfazem cerca de 90% de todos os casos de linfoma. Os subtipos mais comuns do linfoma da célula B, são:
Linfoma grande difuso da célula B: É a forma mais comum de linfoma (cerca de 30% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin). Ocorre fora dos linfonodos (regiões extranodais) em cerca de 40% dos casos, sendo considerado uma forma agressiva da doença. Pacientes com esse tipo de linfoma freqüentemente apresentam perda de peso, sudorese noturna e febre. Esse tipo de linfoma é freqüentemente curável através de quimioterapia combinada e radioterapia. Alguns pacientes podem também receber a quimioterapia no sistema nervoso central como forma de impedir a propagação do linfoma para aquela região.
Linfoma folicular: perfaz cerca de 20% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin. Geralmente começa nos linfonodos sendo normalmente indolente. Os pacientes portadores de linfoma folicular podem ser tratados com uma combinação de quimioterapia em baixas doses, ou serem acompanhados de perto por um especialista. Transplante de células tronco hematopoéticas, Interferon e tratamento com anticorpo monoclonal, como o anticorpo anti-CD20 (Rituximab) podem também ser opções de tratamento.
Linfoma da zona marginal esplênico: (com ou sem os linfócitos vilosos): uma forma de linfoma que começa primariamente no baço. É uma forma incomum do linfoma de células B. Geralmente sua ação é lenta e normalmente não requer tratamento. Em alguns casos, a remoção cirúrgica do baço é recomendada.
Linfoma de zona marginal extranodal do tipo MALT: geralmente ocorre no estômago, mas também pode ocorrer no pulmão, na tireóide, nas glândulas salivares ou nos olhos. Pacientes que apresentam esse tipo de linfoma freqüentemente têm um histórico de inflamação crônica no local acometido, como gastrite e tireoidite. A radioterapia, a cirurgia, a quimioterapia ou uma combinação desses, são os tratamentos mais comuns.
Linfoma Linfoplasmocítico: Também de ocorrência rara, significando 1% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin, é uma forma de linfoma indolente. Esse subtipo de linfoma envolve freqüentemente a medula óssea, os linfonodos e o baço.
As formas de tratamento são similares as da leucemia linfocítica crônica, e podem incluir uma combinação de quimioterapia, Interferon ou anticorpos monoclonais. A quimioterapia associada ao transplante de células tronco hematopoéticas também pode ser uma opção de tratamento.
Linfoma do Manto: Uma forma agressiva de linfoma não-Hodgkin, que ocorre em 7% dos casos, apesar de ainda estar na classificação da OMS como linfoma indolente. É mais comum ocorrer sem nenhum sintoma, em pacientes com mais de 60 anos. Envolve a medula óssea, linfonodos, baço, e sistema gastrointestinal, sendo identificado pelo aparecimento de uma proteína chamada ciclina D1 na massa tumoral ou nos linfócitos B circulantes malignos. Pessoas com Linfoma do Manto exibem também uma translocação específica nos cromossomos 11 e 14, que significa que partes desses dois cromossomos trocaram de lugares. O tratamento do linfoma do Manto utilizam altas doses de quimioterapia, seguidas pelo transplante de células tronco hematopoéticas, assim como Interferon ou anticorpos monoclonais.
Linfoma de grandes células mediastinal: Trata-se de uma forma agressiva de linfoma, que pode provocar complicações respiratórias, ou a síndrome da veia cava superior. Sua ocorrência é mais comum em mulheres com idades entre 30 e 40 anos, e representa aproximadamente 2,5% de todos os casos de linfoma não-Hodgkin. É tratado com doses elevadas de quimioterapia e pode também responder bem ao transplante de células tronco hematopoéticas.
Linfoma primário de efusão: A ocorrência dessa forma extremamente agressiva de linfoma é mais freqüente em pessoas HIV-positivas. Surge no pulmão, no coração ou nas cavidades abdominais e normalmente não apresenta uma massa tumoral identificável. É tratado como o linfoma difuso de grandes células.
Linfoma de Burkitt ou Leucemia Linfóide Aguda L3: Uma forma muita rara e agressiva de linfoma. Há três subtipos de linfoma de Burkitt: endêmico, esporádico e imunodeficiente-relacionado.
A forma endêmica ocorre de forma mais freqüente na África, com envolvimento dos ossos maxilares e lifonodos de crianças sendo associado ao vírus Epstein-Barr.
O linfoma de Burkitt esporádico é mais comum em países como os EUA e Brasil podendo ser identificado uma inatividade de um gene denominado c-myc. É comum em crianças e tem altas chances de cura com quimioterapia intensiva. Quando há envolvimento de mais de 25% da medula óssea é denominado leucemia linfóide aguda L3 e o uso de quimioterapia intensiva combinado ao transplante de células-tronco hematopoéticas aumentam as chances de cura do paciente.
O linfoma de Burkitt denominado imudeficiente relacionado pode ocorrer em crianças portadoras de imunodeficiências congênitas ou pacientes portadores de HIV.
Nas três formas, é um tipo agressivo de linfoma, onde requer altas doses de quimioterapia, mas com altas chances de cura.
Linfomas de células T:
Linfomas de células-T representam cerca de 10% de todos os casos de linfoma. Os subtipos mais comuns de linfomas de células-T e linfomas de células natural killer (NK-), são:
Linfoma linfoblástico de células T precursoras: Representa aproximadamente 15% de todos os linfoma linfocíticos agudos infantis, e 25% dos casos em adultos.
Sua ocorrência é mais comum em adolescentes e adultos jovens, e é mais comum em homens. É chamado de leucemia se existir mais de 25% de blastos na medula óssea, e de linfoma se existir menos de 25% de blastos na medula óssea. O linfoma linfoblástico normalmente tem início como uma grande massa mediastinal (nos linfonodos situados no interior do tórax) que se estende rapidamente para a medula óssea. Essa é considerada uma forma muito agressiva de linfoma. É tratado através de quimioterapia intensiva com altas chances de cura, mas em alguns casos pode incluir transplante de células tronco hematopoéticas.
Leucemia/Linfoma de células T relacionado ao HTLV-1: Esse tipo de linfoma é causado por um vírus chamado the human T-cell lymphotropic virus type I. É uma doença agressiva que normalmente envolve o osso e a pele; geralmente células da leucemia são encontradas na medula óssea. Esse tipo de linfoma tem pode responder à quimioterapia, embora associada a zidovudine (AZT) e Interferon, sendo que cerca de 2/3 dos pacientes atingem remissão.
Linfoma nasal T: É um tipo agressivo de linfoma, raro nos EUA e Europa, mas muito comum na Ásia e comunidades hispânicas. Pode ocorrer em crianças e adultos, e normalmente envolve o sistema nasal, mas pode também envolver a traquéia, o sistema gastrointestinal ou a pele. Geralmente pode apresentar resposta a quimioterapia intensiva e radioterapia.
Linfoma intestinal T: É um tipo agressivo de linfoma das células-T, que envolve os intestinos de pessoas com doença celíaca (que têm intolerância ao glúten), e de ocorrência rara nos EUA e Europa. Se deixado sem tratamento, pode comprometer severamente os intestinos. Esse tipo de linfoma pode ser prevenido se as pessoas celíacas adotarem uma dieta livre de glúten, mas se houver a instalação da doença, esta pode ser tratada com altas doses de quimioterapia.
Linfoma hepatoesplênico T: É um tipo agressivo do linfoma das células-T periféricas, que envolve o fígado e o baço. Ocorre mais freqüentemente em adolescentes masculinos e em homens mais jovens. É tratado como um linfoma difuso de grandes células
Linfoma cutâneo anaplásico: Essa é uma forma agressiva do linfoma que envolve somente a pele. Normalmente é tratada com sucesso com quimioterapia.
Linfoma da célula-T periférica: Esse é um tipo agressivo de linfoma, normalmente descoberto em um estágio já avançado. É mais comum em pessoas com mais de 60 anos, e representa cerca de 6% de todos os casos de linfoma registrados dos EUA e Europa. Envolve as células grandes difusas ou uma mistura de células difusas que exibem determinados tipos de proteínas: CD4 ou CD8 na imunohistoquímica. É tratado como linfoma das células-B grandes difusas, através de quimioterapia. O transplante de células tronco pode ser considerado em alguns casos.
Linfoma de células T angioimunoblástico: Esse é um tipo moderadamente agressivo de linfoma, marcado por sintomas como: linfonodos inchados, febre, perda do peso, rachaduras na pele e níveis elevados de anticorpos no sangue chamados gamaglobulinas. A ocorrência de infecções é muito comum em pacientes com depressão no sistema imunológico. Esse linfoma é identificado por alterações genéticas nas células T receptoras.
Linfoma anaplásico T sistêmico: Esse tipo de linfoma representa cerca de 2% de todos os linfomas e 10% de todos os linfomas que ocorrem na infância, mas é registrado tanto em adultos quanto em crianças. É uma forma agressiva de linfoma, com altas chances de cura com quimioterapia intensiva
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